SÃO PAULO – Especialista em segurança afirma que o vírus Stuxnet, que atacou as instalações do programa nuclear iraniano, foi resultado da colaboração de pelo menos uma potência do ocidente e do serviço secreto de Israel.
Tom Parker, britânico que mora nos Estados Unidos, passou meses analisando o código do vírus e encontrou provas de que ele foi criado em duas etapas diferentes, segundo informações do Telegraph.
O programa malicioso foi detectado em junho; ele foi projetado para causar danos aos computadores que controlam a área de enriquecimento de urânio do Irã. O vírus chegou até as máquinas, mas não afetou as instalações.

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