Não é preciso voltar muito no tempo, até pouco mais de meia década atrás, o grande foco das fabricantes de processadores era a velocidade que cada um oferecia. Com a chegada dos chips com vários núcleos, a disputa direcionou-se para qual conseguia mais “Cores” de processamento. Agora que o mercado está voltado aos portáteis, a necessidade é: desempenho e economia.
Isso porque o mercado da tecnologia está ganhando um novo adjetivo principal: portátil. Novos tablets e smartphones surgem constantemente e, a cada anúncio, imprensa e consumidores ficam atentos a especificações que demonstrem ótima capacidade de processar várias tarefas e que não acabem com a bateria em poucos minutos.
Afinal de contas, já que é para o aparelho ser portátil, o que os usuários esperam é que estes dispositivos possam ser usados sem riscos de que a bateria se esgote em meio a algum trabalho importante. E não é sempre que existem tomadas por perto para permitir que as tarefas sejam retomadas.
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