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Está aumentando  as queixas de programadores dizendo que a Google não toma as medidas necessárias para evitar cópias piratas das aplicações distribuídas no Market, do sistema opacional Android.

A quase inexistência de controle do que é distribuído no Market está aumentando a usurpação de aplicações, que são facilmente redistribuídas com nomes de autores diferentes, que pretendem lucrar com a programação e as ideias alheias.

Sinister Planet Android app screenshot
Screenshot on the Android Market from Kevin Baker’s Sinister Planet app

   

Galaxy Wars Android app screenshot
Screenshot  from the “pirated” Galaxy Wars:

Kevin Baker, programador britânico que pertence ao grupo dos lesados pela usurpação de apps, fez a seguinte denúncia ao The Guardian: “Um dos meus clientes enviou-me um mail há cerca de três semanas me informando que outra empresa estava vendendo uma versão da minha app – depois de a ter pirateado e feito o upload (para o market) como se fosse dessa empresa. E esta empresa também está vendendo versões pirateadas de outros jogos. Contatei os verdadeiros criadores desses jogos, mas passada uma semana as versões piratas continuavam à venda. A Google devia ter uma linha de denúncias para estes casos”.

Baker acusa a empresa Joyworld de práticas piratas e também a Google por nada fazer para impedir a pirataria.
A Google já reagiu a este e outros casos, reiterando que existe um código identificativo de cada app distribuída no Market e os programadores são aconselhados a usar ferramentas como a Proguard, que permite comprimir e ofuscar códigos de programação.
Só que há vários programadores que garantem que estas proteções não são eficazes.
Esta é apenas uma das polémicas mais recentes em torno do Market: recentemente foram descobertas 50 apps infetadas com códigos maliciosos; e mais de 200 programadores criaram o Android Developers’ Union, uma associação que exige maior transparência nos resultados das pesquisas realizadas no Market e também a redução da percentagem do preço da app que reverte para a Google (32%).

Via: The Guardian 

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